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Sejam todos bem vindos. Sintam-se em casa, estou aqui para ser um bom anfitrião, e ajudar no que for possível. Quero sugestões, e vamos juntos tornar este blog um ponto de referência. Um ponto de encontro para bons debates. Escolha o tema, e posso dar início a uma série de discussões, que podem ajudar no nosso crescimento pessoal e profissional. tornar este blog um ponto de referência

Quem sou eu

Brasília, DF, Brazil
Comecei no Grupo de comunicação filiado da Rede Globo em 1992. Município de Erechim no Rio Grande Do Sul, apresentava o Jornal do Almoço. Fui transferido para Santa Catarina, onde me especializei em agronegócio, nas cadeias produtivas. Produzi reportagens de mercado, sobre suínos, aves, fruticultura e produção de grãos no oeste de Santa Catarina, matérias que foram veiculadas no Globo Rural. De 1996 até 2017 trabalhei no Canal Rural onde consolidei minha carreira e minha especialização no agronegócio brasileiro. Prêmios nacionais de Jornalismo: - Prêmio CNA em Brasília (reportagem sobre o rotecionismo de mercado nos Estados Unidos - Prêmio Massey Fergunson de Jornalismo. (reportagem sobre os segredos da agricultura familiar) - Prêmio Embrapa de Jornalismo, (reportagem sobre o Brasil Livre de Aftosa).
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quarta-feira, 28 de março de 2007

AULA 12

Somos inventores, mentirosos, ou simplesmente culturais, estamos conscientes ou deixamos nossa inconsciência nos dominar?

Nós somos quem inventou a cultura. Mergulhar no pensamento antropológico, e deixar de lado, as crenças, a fé, e se posicionar como um ser mentiroso, um ser inventor, um ser louco, que cria e descria coisas a todo momento, que revela e depois desmente, que faz do subconsciente uma consciência social, cria uma sociedade dita regras, isso em cada grupo étnico do mundo, pode até ser um bom exercício na visão do professor André, é nessa hora que vemos o despreparo, a falta de profundidade da nova geração. Talvez a banalidade da vida mundana instalada na televisão tenha colaborado com isso. A falta de tempo de se valorizar a família também deixou os jovens vagando pela moda da sociedade, criada por nós, claro, mas como tudo tem regras, seguir algumas não faz mau a ninguém. A fé não se discute, ou se tem ou não se tem. E se mergulhar nela de verdade com certeza a experiência vai ser uma tentação para nunca mais sair. O fato é que devemos seguir o que acreditamos, mas temos que criar nossos conceitos, com bases profundas, e não no modismo, na crença do momento, porque o meu amigo achou que passar por baixo da escada, dar três pulinhos e mergulhar no esgoto vai dar prosperidade, é bom primeiro refletir sobre o assunto. Nada vem sem esforço, e dedicação, o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário. Ter princípios é a base para nós construirmos um mundo melhor. Gostaria muito de ver o mundo como o meu irmão que tem Síndrome de Down , ele tem 34 anos, e é uma criança pura, inocente, que espera apenas por um carinho.


Temos visões de mundo em cada cantinho do planeta. Um bom exercício, pena que ninguém na sala de aula está preparado para discutir religião, por exemplo, falta conhecimento. A igreja é feita por pessoas, mas ela está muito acima das pessoas, é algo que está na fé, no coração, muitos perdem a fé porque olham para as pessoas e não para os ensinamentos, para o caminho a ser trilhado, com objetivos definidos. Não podemos jogar no lixo princípios, pelo menos para aqueles que ainda tem. Na aula, fomos direcionados para saber que tudo é cultura, pensamos porque fomos levados a isso. Uma viagem foi sobre quem toma quem: “ O homem toma água, ou a água toma o homem?”. Nas discussões em sala de aula, fomos levado a chegar a conclusão de que tudo é criação do homem, através da cultura que também é criação humana. Das leis as regras morais. Claro sem elas nós poderíamos viver como selvagens, isso se trata de evolução.

segunda-feira, 26 de março de 2007

AULA 11



Vamos conhecer outras culturas.


E aí ?? topa comer um espetinho na China??, é uma questão cultural, lembre-se: Se você tivesse nascido lá, e convivido com o dia a dia dos chineses com certeza estaria lambendo os beiços de vontade de comer um espetinho desses.
È assim que começou a nossa nova fase com o professor André. Um texto que pode parecer curto, se formos ler sem raciocinar, mas como é para se aprofundar de fato vamos longe. Considerações apenas em alguns parágrafos: Cultura é um conceito antropológico a mais de 100 anos os especialistas discutem e não chegam a um consenso sobre cultura. É um problema não é um conceito consolidado. Os conceitos não estão fechados o mundo está em construção. O correto é identificar o que ainda não sabemos, o conhecimento não está estático. Destruir tudo o que se imagina que é cultura. Uma crítica feita pelo professor falando sobre: dizer se a pessoa é culta nós não sabemos pois animais são naturais e nós somos culturais. Diferenças geográficas biológicas. Antigamente de acordo com a raça teria cultura diferente. Curiosidades que nos revelam as várias faces da cultura em certas tribos a mulher ganha criança e o homem fica de resguardo. A concepção é diferente de parentesco. Conceitos de dicionários não são nossos. Quem pensa é a sociedade. Nós nos apropriamos de conceitos coletivos. Uma cópia do que nós vimos. O processo de andar, mais fácil andar de quatro, mas como nossa formação depende do DNA interno e do DNA externo que é o aprender diariamente. Sabor e cheiro são culturais depende do gosto de cada um. A propaganda recupera desejo que está implícito em nós. Nós buscamos padrões para viver em sociedade temos que raciocinar.