O blog é nosso, compartilhado com os amigos.

Sejam todos bem vindos. Sintam-se em casa, estou aqui para ser um bom anfitrião, e ajudar no que for possível. Quero sugestões, e vamos juntos tornar este blog um ponto de referência. Um ponto de encontro para bons debates. Escolha o tema, e posso dar início a uma série de discussões, que podem ajudar no nosso crescimento pessoal e profissional. tornar este blog um ponto de referência

Quem sou eu

Uberaba, MG, Brazil
Me considero um incansável, que encontrou na televisão o oxigênio que faltava para tornar a vida dinâmica e cheia de surpresas. Uma viagem no conhecimento pelas diferentes culturas. Entrei no Grupo RBS, em 1992, em Erechim no Rio Grande Do Sul, apresentava o Jornal do Almoço. Fui transferido para Santa Catarina, onde me especializei em Agronegócio, cadeias produtivas, e fazia matérias de mercado para o Globo Rural. De lá pra cá muita coisa mudou, conquistei Vários prêmios nacionais de Jornalismo entre eles= - Prêmio CNA em Brasília (reportagem sobre o rotecionismo de mercado nos Estados Unidos - Prêmio Massey Fergunson de Jornalismo. (reportagem sobre os segredos da agricultura familiar) - Prêmio Embrapa de Jornalismo, (reportagem sobre o Brasil Livre de Aftosa). Enfim entrei na viagem da comunicação. EM 2010 ME FORMEI em jornalismo pela Uniube em Uberaba. Para conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho pode acessar o endereço: http://laranews.fotoblog.uol.com.br/

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Aula 25


Estamos todos dominados.

SURPLUS, MUNDO COLA, as propagandas para atingir o publico, Fizemos um debate dos mais críticos a respeito dos documentários "Surplus" e "Mundo Cola".As propagandas para atingir o público vende identidade, assim como a coca cola faz."Viva o lado coca-cola da vida", seria um bom exemplo.Na indústria cultural, o poder que a publicidade possui acaba nos afetando diretamente, tendo um grande poder formação de idéias.Podemos definir a indústria cultural como o comando supremo, do planeta, alienando desumanizando, ditando regras, modas, conceitos, contradições, e sutilmente nos fazendo consumir o desnecessário. Ela "rouba" nossas almas, para depois vendê-las pra nós mesmos de volta” é assim que o André gosta de definir a industria cultural. O debate não pode parar, e precisamos sempre estar atentos ao que acontece ao nosso redor, e tentar escapar das garras da industria cultural, ou se quisermos ficar ricos, nos transformarmos na industria cultural para controlar os outros.

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